Posted by: clinicamedicaepm | 5 f, 2008

Aula de Ira de André Bofe

Utilidade do tratamento com Dinitrato de Isossorbida em pacientes com urgências hipertensivas.

Álvarez DR. Utilidad del tratamiento con Dinitrato de Isosorbide en pacientes con urgencias hipertensivas. Revista Electronica de PortalesMedicos. Online Publication, 12 May 2008.

O dinitrato de isossorbida por via sublingual associado ao captopril 50mg por via oral é tão eficaz quanto à associação captopril 50mg e nifedipina 10mg, entretanto obtém controle mais rápido dos níveis tensionais em pacientes com urgências hipertensivas.


Se realizó una investigación prospectiva no experimental, longitudinal de cohorte acerca del uso del Dinitrato de isosorbide oral en la urgencia hipertensiva pudiendo correlacionar su uso con la nifedipina y el captopril, medicamentos de eficacia comprobada en el tratamiento de la urgencia hipertensiva. Se estudiaron 120 pacientes con este diagnóstico, distribuidos aleatoriamente en tres grupos, los cuales recibieron 10 miligramos de nifedipina o dinitrato de isosorbide y 50 miligramos de captopril.

Se pudo constatar que a los que se le administró dinitrato de isosorbide se logró un control más rápido de su tensión arterial que a los que se les administraron los otros dos fármacos. La cefalea constituyó la reacción adversa más frecuente. Una vez más nos encontramos frente a una alternativa de tratamiento efectiva e inocua para minimizar los síntomas de la urgencia hipertensiva y evitar las complicaciones que de ella se derivan cuando alargamos el tiempo para llevar la tensión arterial a los niveles normales. Por lo tanto sugerimos que se realicen estudios similares en cuanto a la utilización de este fármaco en la urgencia hipertensiva por su valor y los pocos efectos adversos que ocasiona su uso.

Posted by: clinicamedicaepm | 3 f, 2008

Distúrbios Acido-básico por André Kayano

Posted by: clinicamedicaepm | 2 f, 2008

IMPOSTO DE RENDA

IMPOSTO DE RENDA

irpf2008.PNG

Salário de médico do SUS pode ficar isento

O Projeto de Lei 3001/08, do deputado Vilson Covatti (PP-RS), determina que os honorários ou salários dos médicos do Sistema Único de Saúde (SUS) não sejam sujeitos à incidência do Imposto de Renda. De acordo com o autor, a medida visa a dar mais equilíbrio à relação entre o SUS e os médicos, que em sua opinião são mal remunerados.

O parlamentar argumenta que a lei já permite isenção tributária aos hospitais filantrópicos, o que estabelece uma falta de isonomia de tratamento entre os profissionais e as instituições. “Talvez a solução ideal seria aquela que envolvesse a atualização realista da tabela do SUS, oferecendo, de maneira transparente, remuneração a mais próxima possível da requerida pelo mercado; mas isso não garantiria a isonomia”, disse.

Tramitação

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação, que também se manifestará quanto ao mérito; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Íntegra da proposta no link http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=386606

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Fonte: CFM / Agência Câmara.

Posted by: clinicamedicaepm | 2 f, 2008

Novo Código de Ética Médica em 2009

Novo Código de Ética Médica em 2009

Published by joaoqueiroga

Durante o II Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina de 2007, os conselheiros decidiram promover um revisão do nosso Código de Ética por entenderem que o atual, de janeiro de 1988, está desatualizado. O Conselho Federal de Medicina está recebendo propostas para o novo Código, que será reformulado até o primeiro semestre de 2009.

.

Os médicos podem participar através do site:
http://www.portalmedico.org.br/modificacaocem/

Download do Código de Ética Médica em vigor:
http://www.sbhh.com.br/pdf/codigo_etica_medica.pdf
.

Fonte: Boletim CREMEPE

Posted by: clinicamedicaepm | 2 f, 2008

AULA DE CUIDADOS PALIATIVOS POR RODRIGO SANTA

Posted by: clinicamedicaepm | 2 f, 2008

Dilemas na interpretação do FAN

Dilemas na interpretação do FAN

<!—-> <!—->


A triagem desvinculada de sintomas aumenta a chance de resultados positivos em pessoas sem doença auto-imune aparente.

A pesquisa de auto-anticorpos contra antígenos celulares, também conhecida como fator antinúcleo ou FAN, tem grande utilidade na investigação de doenças auto-imunes. No entanto, com o advento de metodologias progressivamente mais sensíveis, houve um aumento na detecção de padrões anormais que podem carecer de especificidade diagnóstica. Estima-se que a freqüência de testes positivos de FAN em pessoas sem evidências clínicas de processos de auto-imunidade varie entre 10% e 15%. O fato é que a chance de um resultado “positivo” sem significado clínico se eleva em triagens realizadas em indivíduos que não apresentam sintomatologia compatível. De qualquer modo, a valorização de um resultado positivo de FAN depende do padrão observado e dos títulos detectados.

Aparelho de Golgi Centromérico
Pontilhado fino denso Pontilhado fino simples

Enquanto alguns deles são bastante característicos de determinadas doenças auto-imunes, outros têm pouca especificidade e podem estar presentes em pessoas sadias ou em portadores de condições clínicas não relacionadas com auto-imunidade. Um estudo feito no Fleury com 30.728 amostras analisadas para FAN mostrou que a grande maioria das 13.641 pesquisas positivas apresentava padrões em geral não associados a doenças auto-imunes sistêmicas (veja quadro), especialmente o pontilhado fino simples em títulos baixos (até 1/160) e o pontilhado fino denso em qualquer título. Em contrapartida, o encontro de um FAN em título moderado ou alto, com padrão homogêneo, pontilhado grosso, nucleolar ou centromérico, remete a uma maior possibilidade de doença auto-imune manifesta ou incipiente, implicando a monitoração judiciosa do paciente. A presença concomitante de alterações laboratoriais sugestivas de processo auto-imune também contribui para a valorização do achado do FAN, a exemplo de auto-anticorpos específicos (anti-DNA nativo, anti-Sm, anti-Scl-70, etc.), níveis anormais de complemento sérico, indícios de citopenias hematológicas e nefrite. Embora todas essas recomendações sejam indispensáveis para a interpretação do FAN, o contexto clínico deve vir em primeiro lugar para a definição da relevância de um eventual resultado anormal.

FONTE: WWW.FLEURY.COM.BR

Posted by: clinicamedicaepm | 30 f, 2008

Vídeos de Exame Físico

Vídeos de Exame Físico

O SMSO é um site que disponibiliza vídeos de praticamente tudo o que um médico generalista deve saber fazer em um exame físico. Você clica no vídeo e salva ele em seu computador. Depois é só assistir e aperfeiçoar seus conhecimentos. É necessário saber inglês. Clique na imagem e aproveite.

http://paradamed.blogspot.com

Posted by: clinicamedicaepm | 30 f, 2008

Aulas Multimídia Fleury

Aulas Multimídia

http://www.fleury.com.br/util/img/template/Header/logo_Novo.gif

Você assiste aulas multimídia preparadas por nossos especialistas. As apresentações duram em média 20 minutos e abordam assuntos de interesse para as mais diversas áreas médicas. Há mais de 30 opções para assistir.

Doença Celíaca - Dra. Marcia Wehba Esteves Cavichio - Publicado em dezembro/2006

Rastreamento Mamográfico - Dra. Giselle Mello - Publicado em novembro/2006

Avaliação pré-operatória da Hemostasia - Dr. Rendrik Franco - Publicado em outubro/2006

Alterações Laboratoriais Hepáticas - Dra. Maria Lúcia C. G. Ferraz - Publicado em fevereiro/2006

Importância dos vírus das hepatites B e C e do HIV na Odontologia - Dr. Celso Granato - Publicado em dezembro/2005

Doença Cardiovascular na Mulher - Dra. Paola Smanio - Publicado em novembro/2005

Complicações Crônicas do Diabetes Mellitus - Dr. André F. Reis - Publicado em setembro/2005

Investigação Laboratorial de Drogas de Abuso - Dr. Fernando Kok - Publicado em julho/2005

Marcadores de risco cardiovascular - Dr. Rogério Rabelo - Publicado em junho/2005

Auto-anticorpos em doenças reumáticas auto-imunes - Dr. Luís Eduardo C. Andrade - Publicado em maio/2005

Diagnóstico Sorológico da Toxoplasmose - Dr. Paulo Leser - Publicado em julho/2004

O Laboratório no Diagnóstico do Diabetes Mellitus - Dr. José G. H. Vieira - Publicado em abril/2004

Meningites Infecciosas Agudas - Dr. Hélio Rodrigues Gomes - Publicado em março/2004

Glomerulopatias/Glomerulonefrites - Dr. Aparecido B. Pereira - Publicado em dezembro/2003

ASMA: Aspectos Clínicos e Funcionais - Dr. Rogério de Souza - Publicado em outubro/2003

Imunofenotipagem em Leucemia Aguda - Dra. Maria Hsu Rocha - Publicado em setembro/2003

Coagulação Intravascular Disseminada - Dr. Rendrik Franco - Publicado em agosto/2003

Diagnóstico Molecular em Onco-hematologia: Real time PCR - Dr. Fernando Lopes Alberto - Publicado em agosto/2003

Hemopatias malignas: a citogenética indica caminhos - Dra. Maria de Lourdes Chauffaille - Publicado em agosto/2003

Triagem Neonatal Ampliada - Dr. Fernando Kok - Publicado em junho/2003

Calculose - Dr. Adagmar Andriolo - Publicado em fevereiro/2003

Câncer Colorretal Hereditário Não Poliposo (HNPCC) - Dra. Cassandra M. Corvello - Publicado em junho/2002

Doença do Refluxo Gastro-Esofágico (DRGE) - Dr. Ary Nasi - Publicado em maio/2002

Obesidade - Dr. Omar M. Hauache - Publicado em janeiro/2002

Hepatite C - Abordagem Diagnóstica - Dra. Maria Lúcia C. G. Ferraz - Publicado em novembro/2000

Questões mais Freqüentes da Prática Clínica da Avaliação da Tiróide - Dr. Rui Maciel - Publicado em novembro/2000

Trombose Venosa: Fatores Genéticos de Risco - Dr. Mauro Figueiredo - Publicado em novembro/2000

Marcador Tumoral - Dr. Adagmar Andriolo - Publicado em novembro/2000

As Fases Iniciais da Infecção pelo HIV-1 e o Diagnóstico Laboratorial - Dr. Celso Granato - Publicado em novembro/2000

Exame Periódico de Saúde: A Importância do Check-up na Prática Clínica - Dr. Nelson Carvalhaes Neto - Publicado em novembro/2000

Osteoporose - Dra. Cynthia M. A. Brandão - Publicado em novembro/2000

Vertigem, Zumbidos e Surdez - Dr. Mário S. L. Munhoz - Publicado em novembro/2000

Fonte: http://www.fleury.com.br

Posted by: clinicamedicaepm | 22 f, 2008

Antibiótico não influencia o tratamento da sinusite

Antibiótico não influencia o tratamento da sinusite

Published by joaoqueiroga

Metanálise publicada em março de 2008 no The Lancet conclui que não precisamos prescrever antibióticos para pacientes com sintomas de rinossinusite.

Para quem dá plantão em emergência, muitas vezes se vê na dúlvida: é apenas um resfriado ou complicou com infecção bacteriana? Na dúvida, acabamos prescrevendo antimicrobianos para aqueles pacientes com rinorréia purulenta, dor facial, sintomas prolongados, etc. Isso não é diferente em outros países. Nos Estados Unidos, 80% dos pacientes com diagnóstico de sinusite recebem a prescrição de antibióticos

Este estudo mostra que você precisa tratar 15 pacientes com antibióticos antes de curar apenas 1. Ou melhor, para cada 100 pacientes tratados, apenas 6 vão ter benefícios com o uso de antibióticos. Mesmo para pacientes com queixas há mais de 7-10 dias, parece não haver diferença.

Então, você ainda vai pedir RX de seios da face - que não tem valor algum - para diagnosticar sinusite?

Lancet. 2008;371:908-914; 874-876

Postagens Antigas »

Categorias